sábado, 26 de dezembro de 2009

Agradecendo a vida...


Hoje foi dia de dizer obrigado a toda a gente que me rodeia e me constrói.
Nós só temos consciência do EU quando conhecemos o TU. É na relação com os outros, é nos outros que posso dizer quem sou. É isso que define a vida.


Família, Amigos, Orbis, escola, eua, portugal, canadá, brasil, angola, marrocos, áfrica do sul, suazilândia, zâmbia, moçambique, cabo verde, espanha, frança, suíça, itália, croácia, bósnia, Seminário, aveiro, sta catarina, lisboa, porto, arqueologia, ciências religiosas, direitos humanos, mergulho, surf, missões, vozes sem rosto, etc, etc... lugares e tempos. Esta é a nossa medida e a nossa limitação: tudo tem a referência de um espaço e de um tempo... a eles juntamos as pessoas... eu sou o que elas fazem de mim e nada do que fui ou sou, fiz ou faço... é sozinho, mas sempre (e aí acontece o milagre) com os outros e por Alguém maior.

E isso é o que vai acontecendo no intervalo entre nascer e morrer. O resto será a magia que já é agora... a Eternidade!

Por isso obrigado a todas as pessoas da minha vida que constróem a minha eternidade, aqui e agora, e também depois, para lá do tempo e do espaço, quando "já não virmos apenas de maneira difusa, como num espelho"!

Na próxima década virá o milagre por excelência!



Partilho a "prenda" que o pessoal da ORBIS mandou... temos feito umas coisas muito engraçadas... e não estou a falar só de postais!

Obrigado por tudo "Orbistas"! Obrigado por fazerem parte da minha vida!


O postal teve muita graça! :-)





sexta-feira, 25 de dezembro de 2009





Se Jesus aparecesse hoje no nosso mundo, nasceria incógnito numa família boa e trabalhadora do Equador, do Uzbequistão ou doutro sítio qualquer, daqueles que não aparecem nas notícias.

As pessoas ficariam confusas: "Onde é que isso fica?" Jesus não apareceria na televisão e não seria visto em nenhum centro de poder ou de riqueza. Seria intimidado, caluniado e criticado.

Diria verdades simples; alguns ouvi-lO-iam e reconheceriam a voz de Deus. As boas notícias espalhar-se-iam lentamente, tal como aconteceu há dois mil anos, e seriam relacionadas com tudo o que é bom neste mundo.

Os agentes do poder e da riqueza não se aperceberiam e não O patrocinariam.

A feliz ironia de hoje é que, ao fim de dois mil anos, a Boa Nova está tão espalhada que, tenha-se ou não consciência disso, toda a raça humana enriqueceu com o nascimento de Jesus.