domingo, 24 de janeiro de 2010

How do inspire our selves for greatness?

Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

"Invictus" (1875),
de William Ernest Henley





quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

What goes Up...

Há um ano atrás, o homem era o maior... ia mudar o mundo num estalar de dedos.
Agora está no fundo, "não foi capaz de fazer nada...

Coisa estranha esta do mundo que condena toda a gente sem julgamento, seja nos jornais, seja nas relações humanas, seja no trabalho, seja na escola, seja...

Quando estiveres na crista da onda, nunca te iludas porque é temporário.
Quando fores capa de jornal, nuna te iludas porque o jornal de hoje, amanhã já será do passado.
Quando estiveres na mó de baixo vai ao bolso das calças e lê o papelinho que lá puseste que diz "também isto passará".

Nunca vivas de ilusões....




I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own

I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"

One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand

I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field

For some reason I can't explain
Once you go there was never
Never an honest word
And that was when I ruled the world

It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become

Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?

Coldplay -"Viva la Vida"



domingo, 17 de janeiro de 2010

A esperança.. acima de Tudo!





Há uma força incrível nestas imagens.
O ser humano, no seu modo mais frágil e dependente, encontra forças para resistir ao medo, ao cansaço, ao desconhecido.


"A vida insiste em emergir dos escombros de Porto Príncipe. A resistência de vítimas soterradas sem água ou comida e o esforço das equipes de resgate para chegar a elas resultaram, até ontem, em sucessivas vitórias contra a desesperança.

Um dos símbolos da luta pela sobrevivência foi erguido dos entulhos na noite de quinta-feira. O pequeno Redjeson Hausteen Claude, de dois anos, foi encontrado envolto aos destroços que restaram da casa onde vivia com os pais. Resistiu sozinho a mais de 48 horas de dor e medo. Redejson, localizado por um grupo de socorristas espanhois e belgas, acabou fotografado no momento em que o especialista em resgate de montanhas e mergulhador espanhol Félix del Amo o retirava dos escombros. O herói contou com a ajuda do compatriota Óscar Vega Carrera, bombeiro, para conseguir salvar a criança.

Retirado do amontoado de restos de construção, o pequeno haitiano mantinha o olhar atemorizado perplexo. A apreensão se desfez em um largo sorriso quando avistou a mãe, Daphnee Plaisin, e o pai, Reginald Claude. O impacto da emoção de encontrar o filho com vida pareceu paralisar Daphnee que, incrédula e estática, recebeu-o de volta em seus braços dois dias depois do tremor arrasar a cidade."

in: "Diário Catarinense", 16 de Janeiro de 2010
fotos: Gerald Herbert | Associated Press

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010







Apanhei esta frase, tão simples e tão clara (a aparentemente tão irresponsável, para alguns) por aí numa rede social que aproxima (mas também pode ilusoriamente afastar...) tanta gente.

O contexto era o cônsul português Aristides de Sousa Mendes. Mas esta frase é, infelizmente, tão actual, em tantas coisas, umas grandes, umas pequenas... tantas coisas que vão acontecendo pelo mundo em grande escala, tantas coisas que vão acontecendo por Portugal, em pequena escala, nas nossas repartições, nas nossas escolas, nos abusos e faltas de diálogo, na discriminação profissional, de grupo, em tantos hiatos e favorecimentos de leis podres e ineficazes... aproveitadas por gente pequena, calculista e oportunista que para subir, em vez de subir, tenta fazer descer os outros.

Os Direitos Humanos começam.... aqui. Em Portugal, na sua rua, no seu trabalho. E são eles, os Direitos e os Deveres Humanos que no fim saem sempre a ganhar.

Que não haja dúvida sobre isso.




foto in: facebook / aristides sousa mendes... cheguei lá pela Bibiana Ordens Vieira.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

It's a mystery to me



It's a mystery to me
we have a greed
with which we have agreed

You think you have to want
more than you need
until you have it all you won't be free

Society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me

When you want more than you have
you think you need
and when you think more than you want
your thoughts begin to bleed

I think I need to find a bigger place
'cos when you have more than you think
you need more space

Society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
Society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me

There's those thinking more or less less is more
but if less is more how you're keeping score?
Means for every point you make
your level drops
kinda like it's starting from the top
you can't do that...

Society, you're a crazy breed
I hope you're not lonely without me
Society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me

Society, have mercy on me
I hope you're not angry if I disagree
Society, crazy and deep
I hope you're not lonely without me