Tanto Israel como a Palestina têm, em última análise, o direito de se defender... mas não têm o direito de atacar.
Se nenhum atacasse, parava a violência sem sentido, parava a lógica de acção - retaliação. Poderíamos então começar a construir Paz.
Não podemos, devemos ser a favor deste ou daquele. Não se trata de Benfica ou Porto aqui. O jogo jogado é o da vida, de pessoas boas e inocentes, nos dois lados da fronteira.
Fazem falta os peacebuilders I. Rabin e Arafat, gente que lidere e neutralize os idiotas armados e medrosos, porque atacam por medo, que existem em ambos os lados.


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