sábado, 29 de agosto de 2009

Perdoar, sem esquecer o que faz a guerra, para não voltar a ela.

A História dos Balcãs, conhece neste milénio os primeiros tempos de paz, relativamente sólida, desde o séc. XIX.

Ao lado desta ponte em Sarajevo, começou a I Guerra Mundial, com o assassinato do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria, por um sérvio. Perfilaram-se neste conflito o que daria 20 anos mais tarde na II Guerra Mundial.
Mas hoje... a paz.
O cerco de Sarajevo, de 1992 a 1995. Junto ao estádio, o "túnel da vida", o único sítio por onde Sarajevo respirava nesses anos. Os censos de 91 indicavam cerca de 800 000 habitantes. Hoje serão 300 000.
Que todos vejam e saibam o inumano que a opção guerra é e a monstruosidade que uma coisa a que chamam "limpeza étnica" provoca.






Em Sarajevo e por toda a Bósnia os cemitérios sem fim, onde se misturam quartos crescentes, cruzes ortodoxas e católicas.


2 comentários:

  1. Desculpas... o assassinato do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria, foi uma desculpa para iniciar uma guerra. Os "alemães" queriam conquistar a Europa e o assassinato foi uma desculpa.

    E a religião? Quantas vezes também já serviu de desculpa?!... Ou a independência?!...

    Por vezes perguntou-me se fossemos mais concretos, se não arranjássemos desculpas, se seriamos melhores?!... Não sei. Pelo menos não arranjávamos problemas de interpretação História...

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