Vive-se contemporaneamente a obsessão do crescimento económico. A vida é medida por ele. O PIB tem de aumentar. O PNB tem de aumentar. Os investimentos têm de aumentar e eles só aumentam se o consumo também aumentar. A capacidade produtiva tem de aumentar para o país e o mundo ‘irem bem’. O mercado é para crescer sempre para ‘tu-comprares-sempre-mais-dos-meus-produtos-para-eu-poder-comprar-mais-produtos-também’ e assim ser mais rico ou ter mais riqueza… a dicotomia dos verbos abre a ambiguidade do progresso.
Desde há séculos que o homem deposita uma confiança cega num progresso renovado e sem cessar que o liberte das suas necessidades e pressões sociais. No entanto, alguns profetas verificam já que caminhamos para um ponto sem retorno em que a produção cessará porque a matéria prima acabará um dia. O planeta não é inesgotável. E depois… depois não se sabe.
Alterações climáticas, que dão em crescentes numéricas de catástrofes naturais. A concorrência entregue a si mesma que tende a comprometer a justiça, quer local, quer global. A injustiça que é a fonte principal da intolerância, da incompreensão que leva à guerra, ao fundamentalismo do terrorismo e ao desespero dos que são vítimas dele, quer por o colocar em acção ao nível mais básico, quer por vitimização casual do mesmo… local errado à hora errada.
O Desenvolvimento é o novo nome da Paz. O pensamento de Paulo VI é hoje actual como nunca. Teremos de, enquanto humanidade, encontrar um novo sistema económico que faça a gestão dos recursos do mundo com justiça, equilíbrio, sustentabilidade e renovado em si mesmo. Temos de perceber que a competitividade desenfreada não é o caminho a seguir. Pode dar riqueza a uma minoria hoje, mas no futuro levará à miséria de todos. Será que os nossos filhos poderão ter o nível de vida que hoje temos?
Em 1960 o economista Lebret já tinha percebido que o conta é o Homem, cada Homem até chegarmos à humanidade inteira. A economia deve existir para ele e não o contrário. O horizonte de prosperidade deve ser esse.
O Desenvolvimento deve ser integral, porque aumentar a produção, o consumo, a riqueza e os números das estatísticas dos PIB, PNB e outros índices só terá sentido em função do caminhar do Homem para um mundo sem gente que perde a vida por causa de petróleo, sem crianças desvalidas, não mais que ossos frágeis, incapazes de comer já pela fragilidade provocada pela fome incoerente, sem pessoas à procura de uma leira de terra para cultivar ou de um tecto para dormir, sem famílias refugiadas, incompletas por guerras e fracassos de diplomacias vazias… mas abastadas.
Que paradoxo este o do crescimento! “Apenas” precisamos de uma nova ordem económica que saiba partilhar e distribuir.
Desde há séculos que o homem deposita uma confiança cega num progresso renovado e sem cessar que o liberte das suas necessidades e pressões sociais. No entanto, alguns profetas verificam já que caminhamos para um ponto sem retorno em que a produção cessará porque a matéria prima acabará um dia. O planeta não é inesgotável. E depois… depois não se sabe.
Alterações climáticas, que dão em crescentes numéricas de catástrofes naturais. A concorrência entregue a si mesma que tende a comprometer a justiça, quer local, quer global. A injustiça que é a fonte principal da intolerância, da incompreensão que leva à guerra, ao fundamentalismo do terrorismo e ao desespero dos que são vítimas dele, quer por o colocar em acção ao nível mais básico, quer por vitimização casual do mesmo… local errado à hora errada.
O Desenvolvimento é o novo nome da Paz. O pensamento de Paulo VI é hoje actual como nunca. Teremos de, enquanto humanidade, encontrar um novo sistema económico que faça a gestão dos recursos do mundo com justiça, equilíbrio, sustentabilidade e renovado em si mesmo. Temos de perceber que a competitividade desenfreada não é o caminho a seguir. Pode dar riqueza a uma minoria hoje, mas no futuro levará à miséria de todos. Será que os nossos filhos poderão ter o nível de vida que hoje temos?
Em 1960 o economista Lebret já tinha percebido que o conta é o Homem, cada Homem até chegarmos à humanidade inteira. A economia deve existir para ele e não o contrário. O horizonte de prosperidade deve ser esse.
O Desenvolvimento deve ser integral, porque aumentar a produção, o consumo, a riqueza e os números das estatísticas dos PIB, PNB e outros índices só terá sentido em função do caminhar do Homem para um mundo sem gente que perde a vida por causa de petróleo, sem crianças desvalidas, não mais que ossos frágeis, incapazes de comer já pela fragilidade provocada pela fome incoerente, sem pessoas à procura de uma leira de terra para cultivar ou de um tecto para dormir, sem famílias refugiadas, incompletas por guerras e fracassos de diplomacias vazias… mas abastadas.
Que paradoxo este o do crescimento! “Apenas” precisamos de uma nova ordem económica que saiba partilhar e distribuir.
Sem comentários:
Enviar um comentário