Os nossos líderes políticos europeus disseram-no em coro nas últimas semanas como se tivessem descoberto a pólvora: “É necessário estimular a economia para vencer a crise”.
É ao que chamam ‘Desenvolvimento’, verdadeiramente significa aumentar o consumo, aumentar as trocas comerciais que sucedem na troca de capital. A economia gira assim, cria-se riqueza, multiplicam-se os bens.
Sem querer analisar se isso é bom ou mau, é assim que constatamos que funciona a nossa sociedade de consumo e de uma espécie de empreendedorismo.
Em Portugal a economia anda sempre devagarinho e a culpa é nossa que somos sempre os últimos em tudo. Até naquilo que somos bons dizemos que somos os últimos maus da Europa.
Há uma coisa que de facto inquina o crescimento económico e por arrastamento o desenvolvimento:
Uma pessoa que comece a trabalhar em portugal, à partida do seu ganho 20 % é o IRS, a somar 21% de IVA. Este pode recuperá-lo no equipamento que utiliza no seu trabalho, mas quase nada desse equipamento é despesa elegível nas listas das finanças. Até aqui já descontámos 41% do trabalho. Trimestralmente os empreendedores que criam o seu próprio emprego fazem ainda o pagamento por conta, quer facturem, quer não. Têm de pagar a Segurança Social e muito bem para quem mais precisa. Esse é o objectivo. Tem de comprar equipamentos pesados de trabalho, nalguns casos, tem de fazer seguros, manutenção, impostos de ciruclação entre outros. Se vender o seu negócio, ele é sobrevalorizado pelas finanças e o imposto sobre a venda não é de um valor real, mas de um sobreavaliado.
Economia de mercado?! Estimular a economia?!
Mais de 50 % do trabalho de um cidadão neste cenário vai para o Estado.
Ter um sócio assim, que pouco faz das suas obrigações mas leva sempre meio bolo é duro. Assim não será fácil fazer este país andar porque não é fácil empreender projectos com esforço próprio sem pés-de-meia de interesses instalados.
Há impostos que apertam, há outros que da sua injustiça, estrangulam e paralisam.
E quando vemos que, do suor de todos, não são bem geridos ou bem investidos, custa-nos mais a pagá-los, precisamente por isso! Porque somos contribuintes mas não nos sentimos a contribuir para nada que valha a pena, para nenhum projecto e nenhum sonho ou visão de uma Nação. E isso é indigno e injusto.
Para este país andar de facto não é necessário um Sebastião do nevoeiro ou grandes malabrarismos, basta todos, políticos e cidadãos fazerem a sua parte: com seriedade, justiça (a do bom senso em vez de alguma indevidamente legislada) e sobretudo, honestidade.
Aí sim, a economia e o País vão andar.
É ao que chamam ‘Desenvolvimento’, verdadeiramente significa aumentar o consumo, aumentar as trocas comerciais que sucedem na troca de capital. A economia gira assim, cria-se riqueza, multiplicam-se os bens.
Sem querer analisar se isso é bom ou mau, é assim que constatamos que funciona a nossa sociedade de consumo e de uma espécie de empreendedorismo.
Em Portugal a economia anda sempre devagarinho e a culpa é nossa que somos sempre os últimos em tudo. Até naquilo que somos bons dizemos que somos os últimos maus da Europa.
Há uma coisa que de facto inquina o crescimento económico e por arrastamento o desenvolvimento:
Uma pessoa que comece a trabalhar em portugal, à partida do seu ganho 20 % é o IRS, a somar 21% de IVA. Este pode recuperá-lo no equipamento que utiliza no seu trabalho, mas quase nada desse equipamento é despesa elegível nas listas das finanças. Até aqui já descontámos 41% do trabalho. Trimestralmente os empreendedores que criam o seu próprio emprego fazem ainda o pagamento por conta, quer facturem, quer não. Têm de pagar a Segurança Social e muito bem para quem mais precisa. Esse é o objectivo. Tem de comprar equipamentos pesados de trabalho, nalguns casos, tem de fazer seguros, manutenção, impostos de ciruclação entre outros. Se vender o seu negócio, ele é sobrevalorizado pelas finanças e o imposto sobre a venda não é de um valor real, mas de um sobreavaliado.
Economia de mercado?! Estimular a economia?!
Mais de 50 % do trabalho de um cidadão neste cenário vai para o Estado.
Ter um sócio assim, que pouco faz das suas obrigações mas leva sempre meio bolo é duro. Assim não será fácil fazer este país andar porque não é fácil empreender projectos com esforço próprio sem pés-de-meia de interesses instalados.
Há impostos que apertam, há outros que da sua injustiça, estrangulam e paralisam.
E quando vemos que, do suor de todos, não são bem geridos ou bem investidos, custa-nos mais a pagá-los, precisamente por isso! Porque somos contribuintes mas não nos sentimos a contribuir para nada que valha a pena, para nenhum projecto e nenhum sonho ou visão de uma Nação. E isso é indigno e injusto.
Para este país andar de facto não é necessário um Sebastião do nevoeiro ou grandes malabrarismos, basta todos, políticos e cidadãos fazerem a sua parte: com seriedade, justiça (a do bom senso em vez de alguma indevidamente legislada) e sobretudo, honestidade.
Aí sim, a economia e o País vão andar.
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