1. Estamos a andar não sabemos muito bem para onde. Ninguém parece ter uma estratégia muito bem definida. Há uns meses atrás, pouco se falava desta conjuntura económica actual quando a recém empossada presidência francesa da UE anunciava um aumento da semana de trabalho em França até a um tecto de 11 horas diárias alargada a 6 dias por semana. O objectivo era melhorar a competitividade da Europa em relação à Ásia, concretamente, à China.
2. A globalização, a troca de bens, de ideias, as pessoas de um lado para o outro é uma coisa intrínsecamente boa. É um jogo único esta comunicação, a partilha, a mobilidade! Mas quando as regras do jogo não são as mesmas para todos os jogadores, acontecem desequilíbrios e qualquer tentativa de ajuste do desempenho de jogadores, continuando com as regras diferentes só pode dar mau resultado! São as regras que têm de mudar.
3. O modo de sermos competitivos neste jogo do mercado aberto que a globalização trouxe não se atinge a degradar as condições dos produtos ou da vida das pessoas que os fazem aqui ao nível das vidas dos outros que as fazem na China! O modo de sermos competitivos é a puxar para cima a qualidade e os Direitos dos operários (quase) escravos de outros sítios do mundo. A medida reguladora deve ser o TOPO, não o fundo! A exigência dos DIREITOS HUMANOS é trabalho de política internacional, sabendo que essa exigência melhora a vida de tantos que vivem afogados na miséria e na injustiça social a que estão presos, mesmo indo ela contra potencial interesse diplomático.
4. Aqueles que nos fazem as calças que vestimos, fazem-no numa jornada de trabalho de 16 horas diárias, com um ordenado equivalente a 30 dolares mensais. É assim que os seus patrões conseguem preços mais baixos que os nossos texteis, destruindo aqui a nossa produção.
A solução não é o regresso ao proteccionismo não é o aumento das horas de trabalho, é antes a luta por Direitos Humanos e vencimento justo a essas pessoas longínquas, harmonizando deste modo as regras do jogo também para nós.
Dando condições a essas pessoas, ordenados justos e de acordo com o valor real dos produtos! Dando às pessoas um horário, seguros de saúde, trabalho com honra...
Aí sim as regras serão as mesmas, essas pessoas poderão tornar-se tambem elas consumidoras de bens e de prosperidade (segundo o sistema económico em que vivemos) e caminharemos para aquilo que o Modelo Social Europeu tão bem profetizou: A Política e a Economia ao serviço das pessoas! Um mundo de Paz, de Prosperidade sustentável e de bem estar para todos!
Competir, em Desenvolvimento, só faz sentido assim... se melhorar a vida de todos!
2. A globalização, a troca de bens, de ideias, as pessoas de um lado para o outro é uma coisa intrínsecamente boa. É um jogo único esta comunicação, a partilha, a mobilidade! Mas quando as regras do jogo não são as mesmas para todos os jogadores, acontecem desequilíbrios e qualquer tentativa de ajuste do desempenho de jogadores, continuando com as regras diferentes só pode dar mau resultado! São as regras que têm de mudar.
3. O modo de sermos competitivos neste jogo do mercado aberto que a globalização trouxe não se atinge a degradar as condições dos produtos ou da vida das pessoas que os fazem aqui ao nível das vidas dos outros que as fazem na China! O modo de sermos competitivos é a puxar para cima a qualidade e os Direitos dos operários (quase) escravos de outros sítios do mundo. A medida reguladora deve ser o TOPO, não o fundo! A exigência dos DIREITOS HUMANOS é trabalho de política internacional, sabendo que essa exigência melhora a vida de tantos que vivem afogados na miséria e na injustiça social a que estão presos, mesmo indo ela contra potencial interesse diplomático.
4. Aqueles que nos fazem as calças que vestimos, fazem-no numa jornada de trabalho de 16 horas diárias, com um ordenado equivalente a 30 dolares mensais. É assim que os seus patrões conseguem preços mais baixos que os nossos texteis, destruindo aqui a nossa produção.
A solução não é o regresso ao proteccionismo não é o aumento das horas de trabalho, é antes a luta por Direitos Humanos e vencimento justo a essas pessoas longínquas, harmonizando deste modo as regras do jogo também para nós.
Dando condições a essas pessoas, ordenados justos e de acordo com o valor real dos produtos! Dando às pessoas um horário, seguros de saúde, trabalho com honra...
Aí sim as regras serão as mesmas, essas pessoas poderão tornar-se tambem elas consumidoras de bens e de prosperidade (segundo o sistema económico em que vivemos) e caminharemos para aquilo que o Modelo Social Europeu tão bem profetizou: A Política e a Economia ao serviço das pessoas! Um mundo de Paz, de Prosperidade sustentável e de bem estar para todos!
Competir, em Desenvolvimento, só faz sentido assim... se melhorar a vida de todos!
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O AVEIRO
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