
É frenética a celebração de S. Valentim. Pegou moda comercial o jantar fora, os presentes...
Antes consumiam-se produtos, agora já as próprias pessoas são produtos que se consomem. Quando já não servem... deitam-se fora.
Preocupa-me viver numa sociedade que aos três meses ou quatro obriga a que ponhamos (depositemos) os filhos num sítio porque temos de ir trabalhar. Incomoda-me viver numa sociedade que é tão competitiva que não nos deixa passar tempo com os nossos pais, com os idosos, com a nossa namorada ou namorado, com a nossa esposa ou esposo, com os nossos filhos.
Numa semana em que se fala dos idosos, pela desgraça que acompanhámos na comunicação social, pela sociedade cada vez mais de competir, cada vez mais de ambição cega, cada vez mais de solidão, de desconfiança, de consumo, consumo, consumo...
... vale a pena aproveitar o dia de hoje para pensarmos nas relações que temos e que somos com os outros, vale a pena pensar o Amor, a Família...
por mim, prometo... há pouco menos de trezes anos mudei o curso da minha vida. Seria um bom padre, daqueles que arma estrilho. Mas o meu caminho era outro o da família... e sei que um dia serei um pai-marido dedicado e nos intervalos, vou mudar o mundo!
Bom dia de S. Valentim... que ele seja de Amor e não de namoricos!
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