segunda-feira, 12 de abril de 2010
Entre o Céu e o Inferno - VAGOS FM
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Moedas de Prata...
"Trinta são as moedas de prata que os chefes e os anciãos oferecem a Judas para entrar no processo urdido para eliminar fisicamente Jesus de Nazaré. A oferta é aceite e, de agora em diante, Judas Iscariotes funciona como um infiltrado discreto, mas eficaz. Rapidamente é localizado o sítio onde Jesus se refugia com os seus amigos mais próximos e onde a guarda do templo o prende para o levar à presença de Anás. Outros passos são dados, outras deslealdades são praticadas, outras acusações falsas são apresentadas. “É mais conveniente que morra um homem pela nação do que pereça todo o povo” – sentencia Caifás na fase mais crítica da decisão.
Trinta moedas de prata era o preço de um escravo. Este preço mostra o valor atribuído a Jesus e o apreço pelo gesto de Judas que tanto facilitava o triunfo dos adversários. O êxito do suborno fragiliza a resistência do grupo que acompanha Jesus e se dispersa. E fica a ser um símbolo de tantas outras situações que a história regista.
O recurso a benesses dadas a pessoas que interferem em operações deste tipo está na ordem do dia: Corrupção, eliminação física de inimigos, tráfico de influências, empresas-fantasma, roubos disfarçados de desvios, falcatruas, subornos, dilação no andamento de processos de justiça, deslocação de serviços administrativos, e um longo etc. A ponta do iceberg aparece, de vez em quando, nos meios de comunicação.
E a lista dos inocentes vitimados é incontável. Sirva de ilustração os aforradores e investidores caídos na burla inqualificável provocada pela engenharia assombrosa de Madoff, felizmente a contas com a justiça americana. Ou então a desfaçatez de muitos responsáveis políticos que se preocupam mais em restabelecer o sistema económico e financeiro do que em verificar as condições de vida de milhões de enganados e roubados. Ou ainda a desproporção do crescimento dos muito ricos e a multidão daqueles que são cada vez mais pobres. A situação em Portugal é eloquente e, potencialmente, explosiva.
As moedas de prata são preço de sangue. E, segundo os chefes do Templo e os anciãos, apenas servem para comprar um cemitério a fim de sepultar os estrangeiros. O que era “Campo do Oleiro”, transforma-se em “Campo de Sangue”. O que era memória de trabalhadores dignos e honestos, é agora recordação amarga de tantas vítimas foragidas que nem direito têm a um espaço respeitado para os seus restos mortais.
A actualidade desta ocorrência é facilmente verificável: migrantes a quem é negada a documentação legal, desempregados de longa duração, trabalhadores em situação precária, crianças “descartadas” e desaparecidas, toxicodependentes menosprezados e muitos outros.
Em todos estes rostos humanos se reflecte a face do Inocente condenado. Jesus de Nazaré põe a claro onde está a razão da verdade que credencia a nossa comum dignidade. A mentira e a fraude não compensam. O sangue das vítimas clama por justiça. O tempo da martírio da cruz – que é de morte horrível - cede o lugar à aurora da ressurreição na manhã de Páscoa.
As trinta moedas de prata – memória das vítimas e acusação perene dos vendilhões – constituem para sempre a referência à paixão de Jesus de Nazaré e ao seu projecto de sociedade nova."
Georgino Rocha
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Redescobrir Valores... por Jim Wallis
| The Daily Show With Jon Stewart | Mon - Thurs 11p / 10c | |||
| Jim Wallis | ||||
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Charlie Wilson

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Não viveremos com medo uns dos outros!

A propósito do momento noticioso nacional, sobre a Liberdade de Expressão...
E a propósito da vida de quase todos os dias, que teima persistir para lá do tempo da repressão... a interessante intervenção de um grande jornalista americano dos anos 50:
"Não devemos confundir desacordo com deslealdade: nunca nos podemos esquecer que uma acusação não constitui prova e a condenação assenta em provas e no respectivo processo legal.
Não viveremos com medo uns dos outros. Não seremos conduzidos pelo medo e ele não nos há-de tornar irracionais.
Se recuarmos às origens da nossa História, relembrar-nos-emos que não somos descendentes de medrosos, nem de gente que tem medo de escrever, de se associar, de falar... Mas de gente que defendeu causas que no momento da sua defesa não eram populares, mas eram o que parecia certo.
Podemos negar a nossa herança e a nossa História, mas não poderemos escapar aos resultados e às consequências do que fizermos.
Estejamos onde e com quem estivermos, proclama-mo-nos como defensores da liberdade, onde quer que ela exista por esse mundo fora. E isso... tem consequências.
Edward Murrow, no programa “See it now” CBS, 1955.
A relatividade do nosso Mundo...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Cálculo Político
Um dos maiores problemas que não nos deixa avançar enquanto sociedade hoje é este, o cálculo. Falta-nos o olhar deste miúdo!
O "cálculo" advém na maior parte dos casos de interesses concentrados, de pontos de vista ou da ambição pessoal. Não tem mal nenhum isso, mas quando afecta o bem comum, já passa a ter.
Há males que podem cegar e hoje estamos muito cegos por este cálculo, pelo pensamento cego e ambicioso de que “hoje tenho de me posicionar de uma maneira para daqui a uns tempos, dias ou anos estar de outra maneira”.
Na politica isso é frequente, quase que diria, dominante. Pensa-se no curto horizonte pessoal em vez de se ter os olhos postos no bem de todos, lá à frente, lá em cima, no bem comum!
Interessa-lhes o seu quinhão de importância. Criticam o protagonismo dos outros. Gere-se e trabalha-se para o agora... Há pouca ousadia e nessa ambição pessoal esquizofrénica as pessoas tornam-se mesquinhas, magoam-se uns aos outros, e assim perdemos todos capacidade de evoluir. Não andamos para a frente, gastamos milhões ou em nadas ou em alcatrões eleitorais.
Quem vive assim vive mal, vive preso à sua ambição e projecto pessoal. Não dorme bem à noite. Frequentemente acordará desassossegado! Não vive feliz porque o que é e como está nunca lhe chega, porque é preciso ter sempre mais, ter por ter e não por servir. Não precisamos de pessoas pequenas na Politica. Precisamos de gente nobre, com altruísmo e espírito de serviço!
Se a palavra “Poder” no dicionário, na sociedade, na politica se tornasse sinónimo de “Servir o(s) outro(s)” o nosso mundo mudava! Deixávamos de andar por aí a olhar para o chão e a nossa cidade e o nosso pais cumpririam a promessa que sempre foram.
in: DA | CV (adaptado)
domingo, 24 de janeiro de 2010
How do inspire our selves for greatness?
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
What goes Up...
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never
Never an honest word
And that was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
domingo, 17 de janeiro de 2010
A esperança.. acima de Tudo!


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010
It's a mystery to me
sábado, 26 de dezembro de 2009
Agradecendo a vida...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Pré-Conceitos
Por natureza somos criaturas com medo do desconhecido. Um mecanismo de defesa contra isso, é classificar, emprateleirar, rotular as coisas, as pessoas, tudo aquilo que for desconhecido. Fazemo-lo logo nas primeiras impressões!
Essa classificação pode ser no entanto ilusória. Podemos criar assumpções incorrectas e leves, criticar ou opinar gratuitamente, quando o acto de julgar deve ser feito depois de tomar consciência e ouvir todas as partes e todos os aspectos possíveis. Quem não conhece alguém que diz mal de tudo e de todos, dos seus ou não seus, destruindo as pessoas nos seus dizeres, mas nunca se vendo ao espelho do exame de consciência?!
Na semana passada o grupo República e Laicidade criticou chocada a existência da cruz, ainda, nalgumas escolas e pede que as retirem, como se fosse urânio altamente poluente. Faz-lhes assim tanta confusão? E se em vez de retirar a cruz, acrescentássemos símbolos das outras religiões e inventássemos um também para os ateísmo (um quadro vazio)?! Daríamos um sinal de multiplicidade, de convívio são entre diferentes crenças e ideias... Assim, só esvaziamos, cada vez mais a escola. Como professor já senti mais longe a escola vazia de valores humanos e como professor de EMRC já senti mais longe os dias em que só poderei falar de EMRC dentro da sala para os que aceitam ser livremente ‘contaminados’.
A intolerância não tem nada que ver com os valores da república e da laicidade.
Outro preconceito geral que temos é politico. “Os partidos de direita dão mais apoio à família. Os de esquerda não. Quem é de esquerda é a favor do aborto e da liberalização da droga, quem é de direita não, é a favor dos costumes tradiocionais”. Depois reparo nos líderes partidários do momento e só o da Esquerda (PCP) usa aliança, é casado e gaba os netos em público! Vejo católicos liberais e libertários e outros autoritários, vejo gente de Direita que tem Fé, outros que não tem. Vejo-os com preocupações sociais de esquerda, e os de esquerda com ideias de potenciação económica de direita.
Vejo católicos a favor da mudança de uma lei que não protege as pessoas e que não aceita, à luz da DSI, que uma pessoa possa perder a casa onde partilhou a vida com alguém, porque esse alguém faleceu e a casa estava em seu nome e perante a sociedade não tinham, não podiam, viver em regime de partilha de bens, nem usufruir de assistência social entre outras, porque viveram juntos em união de facto. Será que proteger essas pessoas contra esse vazio legal seja mau, ainda que eu não pense ou sinta o que elas sentem? Será que isso prejudica a Igreja? Será a questão do nome, casamento? Invente-se outro então! Desde que não se faça mal a ninguém não me parece que haja problema.
A outra questão: a adopção. Se o direito natural não permite o nascimento de um ser a partir de dois seres do mesmo sexo, poderemos legislar (tendo em conta o Direito da Criança) a adopção por um casal homossexual? Não existe o direito a ter filhos, mas existe o direito a ter um pai e uma mãe, educação, alimentação e muito mais! Em breve se comemora a passagem desses direitos a Convenção escrita, proclamada e ratificada!
Uma criança, qualquer que ela seja quer o amor de alguém, mas dentro dos seus direitos que devem ser salvaguardados. Sejamos idealistas aqui!
São muitas as dúvidas, são muitas as perplexidades, as incertezas e os cuidados a ter na análise destas questões tão ténues. E a análise deve ser sempre tida a partir dos pontos de vista pessoais de cada um, em absoluto respeito e com todo o Sentido de Estado porque é esse que dará voz à pluralidade de todos aceitarmos que esteja uma cruz, uma estrela, um crescente na escola e eu aceitar que na sociedade laica (não confundir com laicista) todas as pessoas tenham princípios de Direitos e Deveres iguais, mesmo na sua diferença. Não é esse o sonho dos Evangelhos?!
*agradeço a JPF a contínua troca de impressões e ideias na construção deste texto.
:: in 'Correio do Vouga' ::
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
"The boy who harnessed wind"
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o poder local e o clientelismo
O poder local é umas das coisas mais bonitas da Democracia. É a base da ideia de que as pessoas decidem o seu futuro, o seu caminho comum, aquilo que sonham para os seus e para a sua comunidade.
Infelizmente, talvez movidos por uma sociedade de consumo, em que vale mais o Ter do que o Ser, alguns estudos no campo da ciência politica demonstraram que o comportamento eleitoral local se move mais pelo clientelismo do que pela noção do Bem Comum, pelos favores que pela nobreza da causa de todos.
Wantchekon, um politólogo africano, tem estudado este fenómeno, fazendo algumas inimizades por aferir que o clientelismo, em deterimento do Bem Comum, afecta sobremaneira o Desenvolvimento.
A alienação que a politica provoca na maioria das pessoas promove ainda o clientelismo. Quem já não andava farto de ver cartazes e ouvir tempos de antena e carros com gramofones em cima? Quem dos políticos não ouviu impropérios, uns mais justos outros não tanto, à sua passagem em campanha (não raras vezes, alguns só lá passam mesmo de 4 em 4 anos)?
Ainda, no exercício da gestão pública não há de facto muita transparência, não há envolvimento dos cidadãos, as autarquias e os governos não procuram buscar nas pessoas ideias ao longo do tempo. Às vezes parece mesmo não lhes convir, o que pode levar a assumir que de facto existe clientelismo, que existem adjudicações aceleradas com critérios duvidosos e que os ajustes directos, de figura legal de recurso passam a norma, sendo que o voto passa a declaração formal do quero continuar a ter “trabalhos”.
Cabe-nos a nós agora, pensar se o mesmo estudo tem cabimento na nossa realidade e daí aferir a saúde, a Liberdade e a Justiça da nossa Democracia.
:: in jornal 'O Ponto' ::
domingo, 1 de novembro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Prioridades do Mundo Político...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Gente de Causas... Adoro Aveiro!

Era um fim de tarde de Outubro. Já se notavam as noites maiores para lá da janela da sala, mas o calor continuava como no Verão. A turma ouvia o professor com atenção explicar a diferença entre um politólogo e um politico. Estávamos nas primeiras aulas do ano.
Muita gente há-de associar o exemplo dado ao professor que o deu, cativante na oratória e um futuro brilhante da nossa universidade. Quase toda a gente quando ouve uma história se posiciona nela. Naquela sala, todos fizemos o mesmo, mesmo que inconscientemente. ‘Um politico é como um astronauta. Vai ao espaço. Um politólogo é como um astrónomo. Estuda observando’.
Sonhador por defeito, confundo ingenuidade com audácia muitas vezes e pensei, naquele momento que talvez preferisse ser astronauta, um fazedor em vez de observador, queria arregaçar as mãos e tentar mudar as coisas. A mim, à minha volta, no meu mundo e no mundo que é nosso. É um sonho grande para alguém como eu.
Mas foi essa a educação que recebi em casa. Foi a linha de pensamento que aprendi nos bons anos passados no Seminário de Aveiro ouvindo e vendo exemplos dos bons mestres que lá me formaram. Tentar ver outros caminhos. Somos todos políticos nesse aspecto. Andamos no mundo, andamos na vida e em várias frentes ‘politicas’, aqui com o sentido nobre e não-convencional do termo: fazer o mundo um sítio melhor, seja em casa, seja no grupo da Igreja, no grupo de teatro, no clube recreativo, na escola, na ONG, na empresa socialmente responsável, onde for que estivermos.
Noutros trabalhos da vida vi-me muitas vezes invejar e criticar a plenos pulmões os políticos (convencionais) porque eles têm meios para fazer o que muitas organizações da sociedade civil tentam fazer sem meios alguns. Têm o poder de com uma assinatura fazerem ou não a paz, de disponibilizarem ou não fundos para acabar com a fome, de promover a justiça social, de construir programas sustentáveis de combate à pobreza. A lista não acaba.
O José Costa é daquelas pessoas que inspira, pela sua simplicidade e pela sua discrição, pelo jeito com que lida e congrega as pessoas em torno de um propósito. Uma arte que já não se vê muito por aí. Inspira pela sua competência, eficiência e eficácia naqueles sítios por onde passou na sua vida profissional como gestor, inspira porque propõe acção em vez de falatório, aquele mais do mesmo que já não suportamos ouvir na cassete riscada da maioria dos políticos.
A critica de fora é fácil mas não o poderia continuar a fazer de boa consciência se não assumisse fazer a minha parte, quando sou chamado a isso, com este grupo que ele montou, gente de causas, que mais não quer que o melhor de Aveiro e o que querem fazer, querem fazê-lo incluindo toda a gente, ricos, pobres, instruídos da academia e instruídos da vida, novos, mais velhos, conservadores ou progressistas, Aveirenses de nascimento ou Aveirenses de imigração. Ajuntamentos destes só podem dar bons resultados.
É um privilégio poder estar num grupo que mais não quer que potenciar todos para bem de todos e de Aveiro.
Que mais não quer que deixe de haver gente a viver em barracas no nosso Concelho e que precisa não de uma casa mas de uma oportunidade para lutar e trabalhar para conseguir um lar condigno.
Que mais não quer que proporcionar mobilidade às pessoas e aos bens e às ideias e que nessa mobilidade física, se não houver um estacionamento, que haja uma boa rede de transportes públicos.
Que mais não quer que potenciar o génio das pessoas de Aveiro, dar-lhes condições para que construam um concelho dinâmico, nas ideias e nos projectos inovadores para que a globalização local seja partilha de bens e de esforço em prol de todos.
Que mais não quer que dar às nossas crianças condições melhores que as que os seus pais tiveram, numa escola equipada com aquilo que é preciso para crescer com a esperança de um grande futuro.
Sei que não vamos mudar o mundo. Mas Aveiro é um bom sítio, o nosso sítio, para fazermos nele a nossa parte de construir um mundo melhor, mais justo, de valores de solidariedade e oportunidade para todos.
Não podia não dizer presente a mais um desafio. Pensei na ORBIS. As pessoas poderiam pensar q era partidarizá-la. Mas uma coisa sou eu cidadão, outra coisa sou eu na ORBIS. São compartimentos fechados, apesar de as causas da ORBIS serem as mesmas da Politica nobre. A ORBIS é apartidária, sempre será. Os membros da ORBIS sempre votarão como e em quem quiserem. Confesso que o facto de outra pessoa da ORBIS ser também candidata por um outro partido me descansou quanto a más interpretações possíveis das pessoas.
Um desafio destes tem de ser corrido. Devemos fazer de todos os meios de ser voz dos sem voz e de colocar as vozes desses em coro com estas vozes de gente de causas e que ousa propôr, não contra este ou aquele, mas com absoluto respeito por todos e sempre, a favor de Aveiro e de todas as Pessoas de Aveiro e da nobreza perdida da sua Politica.
Acreditamos nas pessoas, no futuro, nas equipas... e é isso que é preciso em Politica, aquela que se quer Nobre e de causas...
Gente que acredite, gente com causas! Gente que Adore Aveiro!
Pedro Neto
(membro da lista à CMA ADORO AVEIRO – PS, escrito com a liberdade que o praticamente não elegível 7º lugar permite)




